A TV nacional completa 60 anos sem sair do ar. Vida Alves relembra ao G1 os bastidores de 18 de setembro de 1950.


"Nós fomos pessoas de coragem". Conversar alguns minutos com a atriz Vida Alves, 82 anos, é viajar no tempo da TV em preto e branco, de tubo, revestida de madeira. Ela, famosa por ter protagonizado o primeiro beijo da história da televisão nacional, é uma das poucas pessoas que podem contar, com autoridade, a história da TV brasileira.
Afinal, foi uma das felizardas que estiveram nos estúdios da TV Tupi, no dia 18 de setembro de 1950, quando o magnata Assis Chateaubriand, reza a lenda, teria quebrado uma garrafa de champanhe em um dos 20 televisores que tinha comprado para "batizar" o início da transmissão do programa "TV na taba", com Homero Silva.
"Estava grávida de oito meses e meio, então não apareci ao vivo. Mas colaborei mesmo assim, assinando a composição da roupa de alguma atriz, como um colar que possa ter emprestado", brinca Vida, em entrevista ao G1. "Nós, pioneiros, éramos jovens que faziam 'TV a lenha', artesanal, que anos depois se internacionalizou e deu lucro. Nós fomos pessoas de coragem", resume.
A atriz Vida Alves em dois momentos: uma das estrelas da TV Tupi e, hoje,
presidente da associação Pró-TV. (Foto: Divulgação/Acervo Pró-TV)




"Nós fomos pessoas de coragem". Conversar alguns minutos com a atriz Vida Alves, 82 anos, é viajar no tempo da TV em preto e branco, de tubo, revestida de madeira. Ela, famosa por ter protagonizado o primeiro beijo da história da televisão nacional, é uma das poucas pessoas que podem contar, com autoridade, a história da TV brasileira.
Afinal, foi uma das felizardas que estiveram nos estúdios da TV Tupi, no dia 18 de setembro de 1950, quando o magnata Assis Chateaubriand, reza a lenda, teria quebrado uma garrafa de champanhe em um dos 20 televisores que tinha comprado para "batizar" o início da transmissão do programa "TV na taba", com Homero Silva.
"Estava grávida de oito meses e meio, então não apareci ao vivo. Mas colaborei mesmo assim, assinando a composição da roupa de alguma atriz, como um colar que possa ter emprestado", brinca Vida, em entrevista ao G1. "Nós, pioneiros, éramos jovens que faziam 'TV a lenha', artesanal, que anos depois se internacionalizou e deu lucro. Nós fomos pessoas de coragem", resume.
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