17º Grito dos Excluídos deve reunir 2 mil pessoas

O 17º Grito dos Excluídos, conhecida manifestação realizada no dia 7 de setembro, espera reunir 2 mil pessoas na edição deste ano, que terá como tema ‘Pela vida grita a TERRA... Por direitos todos nós!’. O ato tem como objetivo anunciar, em diferentes espaços e manifestações populares, sinais de esperança com a perspectiva de transformação através da unidade, organização e das lutas populares; além de denunciar todas as formas de injustiça promovidas pelo sistema capitalista que causa a destruição e a precarização da vida do povo e do planeta. (Leia mais)


“Em nível local, prevalece a necessidade de apoiar e fortalecer todas as iniciativas populares que buscam reciclar e reorganizar a relação dos seres humanos com a biodiversidade da Planeta. Em nível global, somos convidados a uma rede de solidariedade, onde os direitos básicos dos seres humanos se complementam com políticas amplas e abrangentes de preservação e respeito ao meio ambiente, priorizando o desenvolvimento sustentável”, esclarece o encaminhamento do Grito dos Excluídos 2011.

Os eixos de discussão este ano giram em torno de um projeto sustentável que priorize a defesa da vida para todos; a luta pela garantia, ampliação e universalização dos direitos de todos os cidadãos; soberania nacional e internacional; organização em busca das conquistas para os excluídos/as; integração das lutas com respeito à diversidade cultural, econômica e política; cidadania universal; comunicação popular; defesa e promoção da juventude; garantir todas as formas de vida do planeta.

O 17º Grito dos Excluídos será realizado no dia 7 de setembro, a partir das 9h, com concentração na Praça da Catedral, no Centro de Aracaju. Após o Acolhimento, os 'excluídos' sairão em marcha até a Avenida Barão de Maruim, entrando na avenida logo após o desfile cívico. Após 16 edições, a mobilização conseguiu ser referência para a população. “Nós queremos mostrar para toda a sociedade que o país cresce, mas não se desenvolve se não for capaz de reduzir as desigualdades”, ressaltou Roberto Silva, dirigente da CUT/SE.

*Com informações da CUT/SE

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