Ex-companheira e empresária da cantora Joanna dá sua versão para briga entre as duas

Foto: Reprodução Internet

Por: Leandro Souto Maior

Rio - O que começou como um lindo romance entre a cantora Joanna e sua ex-empresária, Maria Marta Vieira, foi parar no 3º Juizado da Violência Doméstica Contra a Mulher de Jacarepaguá. Foram 20 anos de relação — sendo 15 deles com Marta cuidando da carreira de Joanna — até 2009, quando se separaram, mas continuaram sob o mesmo teto, — período no qual criaram uma empresa, tiraram muitas fotos e trocaram cartas de amor.


Porém, conforme publicado em 18 de agosto na coluna ‘Justiça e Cidadania’, de O DIA, Maria Marta entrou na Justiça contra a ex alegando ter sido agredida — a Lei Maria da Penha também é aplicada para relações homoafetivas. “Ela me pegou pelas mãos e começou a me chutar. Me bateu de quase me matar. Fiquei cheia de marcas nos pulsos e de esganamento no pescoço. Não sei como, mas ela ainda foi cantar em Volta Redonda no dia seguinte”, desabafa Maria Marta. 

Procurada por nossa equipe, Joanna não quis comentar as declarações da ex-companheira. Na delegacia, a cantora declarou que agiu em legítima defesa, e descreve Marta como ciumenta e possessiva. A briga teria acontecido em 11 de janeiro de 2010. “Existem vários processos em razão desse caso, que deveriam estar reunidos em um só, mas foram separados. Isso foi uma atitude atípica do Judiciário”, ressalta a advogada de Maria Marta, Tereza Gavinho. 

Enquanto a audiência não é marcada, Marta busca acessar o conteúdo de um CD que Joanna anexou ao processo como prova em seu favor. Ela conta que, impedida pela juíza do 3º Juizado da Violência Domestica, buscou o direito de vistas ao CD através de mandado de segurança, o que foi concedido pelo desembargador Siro Darlan. Ela aguarda, agora, a liberação pela juíza. “Não sei o conteúdo, mas pode ser a gravação de um recado bem malcriado que eu deixei para a Joanna quando soube que ela já estava com outro empresário. Preciso ter acesso para preparar uma contraprova. Não posso ir para a audiência sem saber do que precisarei me defender”, diz a empresária.

Porém, conforme publicado em 18 de agosto na coluna ‘Justiça e Cidadania’, de O DIA, Maria Marta entrou na Justiça contra a ex alegando ter sido agredida — a Lei Maria da Penha também é aplicada para relações homoafetivas. “Ela me pegou pelas mãos e começou a me chutar. Me bateu de quase me matar. Fiquei cheia de marcas nos pulsos e de esganamento no pescoço. Não sei como, mas ela ainda foi cantar em Volta Redonda no dia seguinte”, desabafa Maria Marta. 

Procurada por nossa equipe, Joanna não quis comentar as declarações da ex-companheira. Na delegacia, a cantora declarou que agiu em legítima defesa, e descreve Marta como ciumenta e possessiva. A briga teria acontecido em 11 de janeiro de 2010. “Existem vários processos em razão desse caso, que deveriam estar reunidos em um só, mas foram separados. Isso foi uma atitude atípica do Judiciário”, ressalta a advogada de Maria Marta, Tereza Gavinho. 

Enquanto a audiência não é marcada, Marta busca acessar o conteúdo de um CD que Joanna anexou ao processo como prova em seu favor. Ela conta que, impedida pela juíza do 3º Juizado da Violência Domestica, buscou o direito de vistas ao CD através de mandado de segurança, o que foi concedido pelo desembargador Siro Darlan. Ela aguarda, agora, a liberação pela juíza. “Não sei o conteúdo, mas pode ser a gravação de um recado bem malcriado que eu deixei para a Joanna quando soube que ela já estava com outro empresário. Preciso ter acesso para preparar uma contraprova. Não posso ir para a audiência sem saber do que precisarei me defender”, diz a empresária.

“Ela me ameaçou, dizendo que aconteceria uma tragédia”


Mesmo convicta da traição, Maria Marta viajou de férias para Las Vegas com Joanna: “Foi maravilhoso, fomos ao show da Celine Dion, tiramos muitas fotos. Até fiz de conta que não tinha acontecido nada”.

De acordo com Maria Marta, em novembro de 2007 Joanna assumiu o caso extraconjugal: “Ela disse que me amava, mas no dia seguinte já estava trancada no banheiro, falando com a portuguesa ao telefone”, descreve. 

Ela conta que fizeram ainda outra viagem memorável, em 2008, para a Itália: “Na volta, discutimos novamente e ela me ameaçou, dizendo que se eu não saísse de casa, aconteceria uma tragédia. Em março de 2009, terminamos a relação, mas continuamos morando na mesma casa. Hoje, estou quase passando fome, e a Joanna está bancando essa portuguesa, que é uma professora de História, uma pobre coitada”, descreve.

Fonte: O Dia Online

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